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9 de jun de 2008

Sobre Ansuya


Então eu vi.
Era pra ser algo muito uau? Era, mas não foi.
Que dizer? A moça tem aquele estilo dela, aquela coisa diversificada de uma Superstar. Nada a mais nem a menos. Entrou girando há uns 4 km/h em meio a cabelos e véus. Mas bem. Daquela forma que poucas conseguiriam fazer. Girou bastante, saiu com snujs, poucos sorrisos, muito equilíbrio, tremidos de peito, braços bonitos, voltou para snujs, chão, véu, um ou outro passo esquisito.
O que você vê nos vídeos. Dançou quatro músicas agradeceu e saiu. Fim.
O que ela tem a mais do que uma dúzia de boas bailarinas dessas bandas?
Nome.
Só isso. Não to dizendo que a moça não seja boa, só que, tirando todo o lance de ela dançar com as Superstars ela é uma bailarina com boa técnica que poderia dar aulas tranquilamente por aí. Dessas que encontramos às vezes. Aí eu fiquei pensando enquanto ela girava pelo palco: se fosse pego um terço de tudo que foi gasto para termos Ansuya e fosse usado para trazer umas duas boas bailarinas brasileiras renderia mais. Nós temos mais, nós temos maravilhas!
Uma pena que às vezes o que conta no currículo é 'eu vi uma celebriti di catiguria dos EUA'. Uma pena mesmo.
Mas enfim. O jantar foi uma beleza, eu dancei no meio de uma roda de árabes, me deleitei com o narguilé e ouvi a maravilhosa Layali al Shark com seu derbakista fabuloso (e ainda é bonito! Pode?). Mas o melhor foram os árabes. Engraçadíssimos, festeiros e galanteadores. E aquele sotaque... maravilha!
Ansuya?
Eu vi. Foi bom. Mas nada que valesse todos meus camelos...